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Livro traz história verídica de um estupro

julho de 2008 • Categoria: Livros

Por Bruna Tonel

“Sorte – Um Caso de Estupro” é um excelente livro, narra a história verídica de um estupro. Alice Sebold, autora desse livro envolvente e impressionante, conta quais foram as conseqüências e como superou esse acontecimento. Sorte é um relato não-ficcional de seu drama e de sua batalha por justiça.

No livro ela relata, detalhadamente, logo no primeiro capítulo, como foi o estupro sofrido em sua adolescência. É chocante e impressionante o realismo que a autora consegue passar aos leitores.

O título origina-se após o policial, que a ajudou após o estupro, relatar que todas as pessoas que haviam sido estupradas no local haviam sido assassinadas.

“No túnel onde fui estuprada, um túnel que antes era a entrada subterrânea de um anfiteatro, onde atores emergiam de debaixo dos assentos do público, uma menina havia sido assassinada e esquartejada.
Quem me contou essa história foi a polícia. Em comparação com ela, disseram, eu tive sorte…”

“Sorte” não é um livro de auto-ajuda. A intenção de Alice Sebold foi fazer um relato que derrubasse o tabu em torno da palavra “estupro” para que o assunto seja tratado com um pouco mais de naturalidade e que ajudasse aqueles que já passaram por essa difícil experiência.

O livro, que vendeu 1,5 milhão de cópias nos Estados Unidos e fez sucesso também no Brasil.


Sorte: um caso de estupro por R$37,00

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  1. Na Austrália, Noruega e Suécia, há um crime racial específico ocorrendo: homens islâmicos estupram mulheres ocidentais por razões étnicas. Isso é sabido porque os criminosos declaram abertamente suas motivações sectárias.

    Adolescentes australianas foram sujeitadas a horas de degradação sexual durante uma série de violações em grupo em Sydney, entre 1998 e 2002. Os criminosos moldaram a razão para suas ações em termos explicitamente étnicos: as vítimas eram chamadas de “sluts” e “porcas australianas” enquanto abusadas. Na corte suprema australiana em dezembro de 2005, um estuprador paquistanês declarou que suas vítimas não tinham direito de dizer “não”, porque não escondiam o rosto sob o véu.

    E australianos foram ultrajados quando o sheik libanês Faiz Mohammed deu uma conferência em Sydney na qual informou sua audiência que as vítimas de estupro não tinham ninguém mais a responsabilizar, a não ser elas mesmas. Mulheres vestindo pouca roupa convidam homens a estuprá-las, disse ele.

    Alguns meses depois, em Copenhagen, o mufti e estudioso muçulmano Shahid Mehdi criou grande tumulto quando declarou que mulheres que não usavam véu, estavam pedindo para ser estupradas. Com assombroso sincronismo em 2004, o London Telegraph noticiou que o estudioso egípcio Sheik Yusaf al-Qaradawi reivindicou que as vítimas deveriam ser punidas se estivessem vestidas indecentemente no momento do crime. E acrescentou que, para ser absolvida da culpa, a mulher deve ter mostrado boa conduta.

    Na Noruega e Suécia, o jornalista Fjordman nos informa de uma epidemia de estupro. O inspetor da polícia Gunnar Larsen declarou que o aumento constante do número de ocorrências desse crime e a ligação com etnia é indiscutível: dois de cada três acusados por estupro em Oslo são imigrantes anti-ocidentais e 80% das vítimas são norueguesas.

    Na Suécia, de acordo com a tradutora para a Jihad Watch Ali Dashti, “estupros em grupo, geralmente envolvendo imigrantes muçulmanos e jovens suecas, tornaram-se rotineiros”. Há algumas semanas, ela disse que 5 curdos violentaram brutalmente uma menina sueca de 13 anos.

    Infelizmente, mulheres ocidentais não são as únicas vítimas desta epidemia, tanto que, na Indonésia, em 1998, grupos de direitos humanos documentaram o depoimento de mais de 100 mulheres chinesas violentadas durante os levantes que precederam a queda do presidente Suharto. Muitas delas disseram ter ouvido que deviam ser abusadas por serem chinesas e não-muçulmanas.

    Christian Solidarity Worldwide relatou que, em abril de 2005, uma menina paquistanesa de 9 anos foi violentada, agredida com um bastão de cricket, pendurada de cabeça para baixo, algemada e surrada repetidamente. Seus vizinhos muçulmanos disseram-lhe que estavam vingando-se do bombardeio americano de crianças iraquianas e informaram-na que assim faziam por ela ser uma “infiel e cristã”.

    No Sudão – onde árabes muçulmanos massacraram negros muçulmanos e cristãos sudaneses durante o genocídio -, a ex-escrava e agora ativista de direitos humanos Simon Deng diz ter testemunhado meninas e mulheres sendo violentadas e que o regime árabe de Khartoum envia seus soldados ao campo para estuprar e matar. Em outros relatos, mulheres capturadas por forças do governo são perguntadas “você é cristã ou muçulmana?”. Aquelas que respondem sim à primeira opção são violentadas antes de terem seus seios cortados fora.

    Na França, Samira Bellil quebrou seu silêncio – após resistir a anos de violações repetidas em um dos projetos públicos de casas muçulmanas – e escreveu um livro, In the hell of the tournantes, que chocou a França. Ela explicou que, para as gangues, “toda menina da vizinhança que fumar, usar maquiagem ou vestir roupas atraentes é uma prostituta”.

    Este fenômeno de violência sexual islâmica contra as mulheres deve ser abordado urgente, mas, em vez disso, encontramos jornalistas, acadêmicos e políticos ignorando-o, ponderando ou banindo aqueles que ousam discutir.

    Na Austrália, quando o jornalista Paul Sheehan relatou honestamente as violações de grupo em Sydney, foi chamado de racista e acusado de agitador antimuçulmano. E quando relatou em sua coluna do Sydney Morning Herald haver incidência elevada do crime contra a comunidade libanesa de Sydney, seu colega David Marr lhe enviou um e-mail dizendo “esta é uma coluna vergonhosa que reflete mal em nós todos do Herald”.

    Keysar Trad, vice-presidente da associação australiana de libaneses muçulmanos, disse que as violações de grupo eram um crime abominável, mas reclamou do quão injusto foi a etnia dos criminosos ter sido informada.

    A jornalista Miranda Devine relatou, durante o julgamento das mesmas violações, que toda a referência à etnia havia sido suprimida das acusações das vítimas. Assim, quando a juíza Megan Latham declarou que “não há evidência alguma ante mim de qualquer elemento racial no ato destas ofensas”, todos acreditaram. Assim, a corte, os políticos e a maioria da imprensa podem ter violado as meninas outra vez.

    O detetive australiano aposentado Tim Priest foi advertido em 2004 que gangues libanesas surgidas em Sydney nos anos 90 haviam ficado fora de controle. “Os grupos libaneses eram implacáveis, extremamente violentos e intimidam não somente testemunhas inocentes, mas mesmo policiais que os tentam prender”. O detetive descreve como em 2001, em área dominada por muçulmanos de Sydney, dois polícias pararam um carro com três árabes suspeitos de roubo. Enquanto a polícia realizava sua busca, era ameaçada fisicamente, e os três homens planejavam segui-los, matá-los e violentar suas namoradas. De acordo com Priest, enquanto os policiais chamavam reforços, os três suspeitos usaram seus celulares para chamar seus comparsas e, dentro de alguns minutos, 20 homens chegaram, empurrando e ferindo os policiais, além de danificarem seus veículos. Os policiais recuaram, e o grupo seguiu à delegacia, onde intimidou a equipe de funcionários, danificou a propriedade e seqüestrou o local. No fim, a polícia lambeu suas feridas, e ninguém moveu ação contra os agressores. Priest alega que, nas mentes da população local, a polícia é covarde, e a mensagem era que libaneses comandam as ruas.

    Na França, onde as agressões tornaram-se nada além de corriqueiras, as vítimas sabem que a polícia não as protegerá. Caso se queixem, Samir Bellil diz saberem que, junto com suas famílias, estarão ameaçados. Mesmo assim, muçulmanas nos guetos franceses estão lutando contra os crimes e a negligência policial. Em um movimento chamado Não somos nem prostitutas, nem capachos, estão esforçando-se para enfrentar a violência intrínseca que flagela sua vizinhança e a cultura que a desculpa. Na maioria dos processos franceses, os estupradores muçulmanos demonstram não acreditar que cometeram um crime. Em um paralelo assustador com a Austrália, reivindicam à vítima que ela mesma deve responsabilizar-se e acusam-nas de ser “cadelas” ou “prostitutas”. De acordo com The Guardian, durante os motins franceses recentes, um príncipe saudita com ações da News Corporation orgulhou-se em uma conferência em Dubai de ter telefonado para Rupert Murdoch, para queixar-se sobre notícia da Fox descrevendo os distúrbios como “motins muçulmanos”. Dentro de meia hora, a referência foi mudada para “motins civis”.

    O tradutor sueco Ali Dashti indicou que, na Suécia, tais histórias estão nos jornais toda semana, mas o politicamente correto “toma grande cuidado para não mencionar o fundo étnico dos criminosos”. Já o jornal inglês de circulação sueca The Local relatou em julho que o comandante das polícias de Malmo, Bengt Lindström, havia sido acusado de incitar o ódio racial quando emitiu e-mais de seu computador pessoal a dois oficiais da cidade dizendo: “vocês tratam velhos trabalhadores árduos como parasitas e prefeririam dar meus impostos a criminosos chamados Mohammed de Rosengärd”. Em Malmo, a terceira maior cidade sueca, a polícia admitiu não ter mais controle da cidade “governada eficazmente por grupos violentos de imigrantes muçulmanos”: ambulâncias são atacadas regularmente e estão recusando-se a ajudar até que uma escolta chegue, e policiais estão demasiado receosos em chegar a certas partes da cidade sem apoio.

    No início de 2005, os jornais noruegueses noticiaram que Oslo já havia registrado número maior de casos de estupro em comparação aos doze meses precedentes. Entretanto, Fjordman explica que as estatísticas oficiais não contém nenhum dado a respeito de como os imigrantes são brutalmente excessivos, e a mídia permanece estranhamente silenciosa. O professor de Oslo de antropologia Unni Wikan disse que as mulheres norueguesas devem assumir responsabilidade para o fato dos homens muçulmanos considerarem sua maneira

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